TREKKING COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA EM ESPAÇOS AMAZÔNICOS: UMA PERSPECTIVA AOS INSTITUTOS FEDERAIS

Autores

  • Jefferson Teixeira Sarmento de Lima
  • Amélia Maria Lima Garcia
  • Cledir de Araújo Amaral
  • Renata Gomes de Abreu Freitas
  • Valdinéia Rodrigues Tomaz

DOI:

https://doi.org/10.36524/profept.v4iEspecial.633

Resumo

As práticas corporais de aventura na natureza, enquanto conteúdo da educação física escolar, são atividades físicas realizadas em ambientes com pouca ou nenhuma interferência do homem, promovendo uma relação com o ambiente que nos cerca, carregadas de significados e com grande potencial crítico social, além de aspectos cognitivos. Dentro deste campo do conhecimento temos o Trekking, definido como uma caminhada por ambientes naturais, como possibilidade de trabalhar este conteúdo nas aulas e aproximar o ensino e espaços naturais amazônicos. Este estudo tem como objetivo descrever o Trekking, como Prática Corporal de Aventura, no âmbito dos Institutos Federais, como prática pedagógica interdisciplinar no ensino médio integrado, para desenvolver uma educação ambiental crítica através do uso de espaços amazônicos. Trata-se de uma revisão bibliográfica, com base em artigos e documentos legais disponíveis na literatura, acerca do uso de práticas corporais de aventura, em especial o Trekking, em contextos amazônicos. Os critérios de inclusão para a elaboração do presente estudo foram artigos publicados em português que abordavam sobre práticas corporais de aventura, Trekking e uso de espaços amazônicos. Os artigos utilizados estavam registrados nas bases de dados Google Acadêmico (4), Periódicos Capes (1), em ambas as plataformas (2), além de livros (6), leis federais (2) e documentos do ministério da Educação (2). Com base nas pesquisas realizadas concluímos que, desenvolver atividades educacionais em espaços não formais de ensino, em especial ambientes amazônicos, traz diversos benefícios físicos, emocionais, cognitivos, sociais e psicológicos aos envolvidos, devendo os profissionais da área de ensino, utilizarem de diversos espaços da floresta amazônica em suas práticas pedagógicas, favorecendo a construção de um ser crítico e participativo nas questões ambientais. O trekking, enquanto prática corporal de aventura constitui uma excelente metodologia para promover estas atividades no contexto amazônico.

Publicado

2020-04-30